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O Inaf, criado em 2001, avalia essas três áreas, classificando os participantes em quatro níveis: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar, alfabetizados em nível básico e alfabetizados em nível pleno, sendo os dois primeiros níveis considerados como analfabetismo funcional (leia as definições abaixo). Ele é realizado por meio de entrevista e teste cognitivo numa amostra de 2 mil pessoas representativa da população brasileira.