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terça-feira, 2 de maio de 2017

Estudante atingido pela PM na greve geral respira por aparelhos

Atingido por um golpe de cassetete no rosto, em Goiânia, Mateus Ferreira sofreu traumatismo cranioencefálico e múltiplas fraturas.

Uma sequência de fotos mostra que o cassetete do policial quebrou ao atingir o rosto do estudante.


O estudante de Ciências Sociais da Universidade Federal de Goiânia (UFG) Mateus Ferreira, 33 anos, está internado em estado grave no Hospital de Urgências de Goiânia e respira por aparelhos, segundo boletim médico divulgado neste sábado (29).

Ele foi atingido por um golpe de cassetete de um policial militar no rosto em protesto na greve geral desta sexta-feira (28), sofreu traumatismo cranioencefálico e múltiplas fraturas. A manifestação é contra as reformas trabalhista e previdenciária, propostas pelo governo de Michel Temer.

De acordo com informações divulgadas pelo Hospital de Urgências de Goiânia, Mateus passou por um procedimento de reconstrução facil e segue internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Uma gravação divulgada nas redes sociais mostra a agressão ao estudante na Praça do Bandeirante com a Avenida Anhanguera, no setor Central, em Goiânia, após confusão entre manifestantes e policiais.

Sequência mostra que PM quebrou o cassetete no rosto do estudante Mateus Ferreira em Goiânia (fotos: Luiz da Luz)
 Saiba +: HuffPost Brasil

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Jovem que postou defeitos de escola no Facebook é denunciada por calúnia

Imagem: FreePik

Em forma de protesto contra esta atitude da escola, resolvemos exagerar o tamanho da imagem acima que ilustra este texto.


A estudante catarinense de 13 anos que ficou famosa ao denunciar os problemas de sua escola pelo Facebook foi intimada a prestar declarações. Pela página Diário de Classe, Isadora Faber contou que ela e seu pai tiveram de ir à delegacia porque sua professora de português registrou um boletim de ocorrências por calúnia a difamação.

"Estranhei, pois, para mim, o assunto já estava encerrado desde o início do mês, quando ela me pediu desculpas, eu aceitei e publiquei, está aqui até agora", declarou e garota.

A aluna ainda disse que na última aula a mesma professora sugeriu que todos os alunos lessem o regimento interno da instituição, em especial as questões 8 e 9. "Me parece censura", cogitou ela.

O primeiro tópico diz que é vedado aos alunos "Levantar injúria ou calúnia contra colegas, professores ou funcionários, bem como praticar contra eles, atos de violência de qualquer espécie (sic.)". Já o outro diz que é proibido "Promover ou participar de movimento de hostilidade ou desprestígio a unidade ou ás Pessoas que nela trabalham, inclusive por meios eletrônicos (internet, celulares) (sic.)".

Abaixo dessas recomendações fica o subtítulo "Medidas Sócio-Educativas", em que está descrito a que estão sujeitos os alunos que não cumprirem as regras. Em último caso, a situação é levada ao Ministério Público de Santa Catarina. "Não sofri nenhuma medida sócio-educativa, fui parar direto na delegacia mesmo. Acho que ela deveria ler o regimento também", cutucou a aluna.

Isadora ainda comenta: "Como vocês podem ver, não é fácil manter o Diário no ar."

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