terça-feira, 31 de julho de 2012

6º Congresso Internacional de Educação-AL


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Como ser amigo de seu chefe nas redes sociais


Uma pesquisa realizada recentemente pela Cisco Systems mostrou que dois terços dos profissionais jovens são amigos de seus chefes e colegas de trabalho no Facebook. Se administrada corretamente, a relação entre gerentes e empregados nas redes sociais pode ser produtiva, porém, caso o profissional se descuide, pode levar até mesmo a demissão. Para que você não cometa gafes e fique tranquilo em seu perfil, separamos algumas dicas:

1. Pressão Evitar amizades nas redes sociais com colegas de trabalho e chefes pode ser motivo de preocupação no escritório, resultando em pressão para adicionar os outros. Se seu chefe ou outro empregado adicionar você, não rejeite o convite. Aceite essas pessoas em seu perfil e tome as medidas certas para evitar constrangimentos.

2. Opções de compartilhamento Cada rede social possui diferentes ferramentas e configurações para determinar suas opções de compartilhamento. As mídias sociais podem ser de natureza pública, porém muitas atualizações de status são particulares, por isso fique atento antes de compartilhar qualquer conteúdo. Se estiver em dúvida, pense: falaria isso presencialmente para meu chefe ou colega? 
3. Crie grupos Ao invés de bloquear mensagens para indivíduos, você pode criar grupos de contato contendo, por exemplo, as pessoas de seu trabalho. Os grupos permitem que você bloqueie conteúdos para todas as pessoas inseridas neles, sem ter que escolher contato por contato. O Facebook cria os grupos baseado em informações do perfil, mas você pode adicionar as pessoas manualmente, se necessário.

4. No celular Não se esqueça de configurar as opções de compartilhamento em seu celular. Como na plataforma original, nos aplicativos móveis também é possível cadastrar ou bloquear as pessoas que você deseja que vejam a atualização.


Fonte: Universia Brasil

O LinkedIn com um novo layout


Depois de anos, o LinkeDin - uma das maiores redes sociais voltadas para negócios, mudou o seu layout.

Com novas cores e uma melhor posicionamento do elementos na tela, ficou agora muito mais fácil e intuitivo usar esta rede social para se relacionar com os demais profissionais de sua área ou até mesmo de outras.

Se ainda não tem uma conta no LinkeDin você pode estar perdendo muitas oportunidades de fazer o seu network. Lá você encontra empresas e profissionais destas se comunicando intensamente. São oferecidas algumas vagas de emprego e estágio e o que é melhor, nada de "culpar a Rita!" ou qualquer outro assunto que não irá enriquecer o seu conhecimento profissional.


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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Mais de 10 mil estudantes brasileiros devem estudar no Reino Unido por meio do Ciência sem Fronteiras


Parceria entre o governo federal e entidade que representa as universidades inglesas vai garantir mais de 10 mil bolsas de estudos para universitários e pós-universitários brasileiros.

Até 2015 mais de 10 mil estudantes universitários e pós-universitários serão beneficiados com bolsas do programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal, para estudar no Reino Unido. Até agora o programa já concedeu mais de 840 bolsas de graduação-sanduíche e pós-graduação no país. 
Até agora o programa já concedeu mais de 840 bolsas de graduação-sanduíche e pós-graduação no país.

Acordos já firmados entre o governo brasileiro e a Universities UK, entidade que representa universidades do Reino Unido, preveem a distribuição de 6 mil bolsas para graduação-sanduíche, 3 mil para doutorado-sanduíche e mil para doutorado pleno.
 
O contato com as universidades inglesas, bem como o fluxo de estudantes bolsistas para universidades do Reino Unido, vem sendo restabelecido nos últimos quatro anos, por meio de parcerias para formação de recursos humanos em grandes universidades, como Cambridge, Oxford, Dundee, Institute of Education e Nottingham. Além disso estão sendo desenvolvidos projetos de pesquisa conjuntos entre universidades inglesas, nas áreas de engenharia da produção, ecologia teórica e ciências da computação.


Fonte: Universia Brasil

Câmara analisa proposta para criar o Fundo Nacional de Valorização do Professor

Câmara avalia a proposta de alteração da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), afim de criar bônus e estimular os docentes a atuar em sala de aula.

A Câmara analisa a proposta que altera o texto constitucional para criar o Fundo Nacional de Valorização do Professor da Educação Básica, destinado exclusivamente ao pagamento de bônus aos docentes da rede pública que efetivamente estejam exercendo o magistério em sala de aula. Conforme a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 188/12, do deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP), a medida será incluída no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) e valerá por 30 anos.

10 temas de atualidades que podem cair no Enem 2012

A Universia Brasil conversou com dois professores do cursinho pré-vestibular Oficina do Estudante, Dario Feltrin e Célio Ricardo Tasinafo, para saber quais os temas que mais têm chance de cair na parte de atualidades no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). É importante ressaltar que estar antenado dos acontecimentos atuais é essencial não somente para as provas de geografia.

Como o Enem é interdisciplinar, estes assuntos podem estar ilustrando uma questão de história ou de física, por exemplo. O ideal seria estar bem atento às notícias que pautam a imprensa brasileira e internacional, mas para facilitar o seu trabalho oferecemos 10 temas com alta probabilidade de cair no Enem e nos vestibulares.
 
Portanto, embora “atualidades” não seja uma matéria padrão do Enem, como já dito, ela está estampada em outras questões do exame e exige conhecimentos de outras matérias, como entendimento de texto (português), história e geografia. Por exemplo, para entender a Guerra das Malvinas (um dos tópicos nos quais os professores apostaram) é importante saber um pouco sobre a história da Inglaterra e da Argentina.
 
Confira a seguir os 10 temas que podem cair no Enem 2012 de atualidades e redirecione melhor os seus estudos:
  

1- Guerra das Malvinas

3 décadas após a guerra entre a Argentina e Reino Unido pela soberania das Ilhas Malvinas ou Falklands, a presidente argentina Cristina Kirchner reivindica as ilhas. “É um tema evidente para explorar o nacionalismo dos argentinos – tal como tentado pelo governo militar daquele país em 1982”, explanam os docentes.  
 

2- Haiti

A pobreza no Haiti agravada pelo terremoto que devastou o país em 2010 tem consequências no Brasil. Muitos se mudaram para terras brasileiras a fim de encontrarem uma vida melhor. “Estima-se que cerca de 4 mil haitianos vivam no Brasil, 40% deles em situação irregular. O governo brasileiro, cedo ou tarde, terá de enfrentar a discussão sobre uma política de imigração para o país, principalmente pelo fato de nossa economia se apresentar em desenvolvimento, atraindo imigrantes de outros países latino-americanos, já que, além de haitianos, há um grande contingente de bolivianos vivendo no território brasileiro, muitos deles em condições bastante precárias”, explicam os professores.  
 

3- Crise na Zona do Euro

A crise na Europa tem assustado investidores e posto em xeque a existência do Euro, moeda única europeia. “Destaque para os PIIGS, grupo formado por Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha – países com situação econômica mais crítica na zona do Euro (moeda única europeia). Isso porque houve certa irresponsabilidade fiscal por parte dos seus governos na última década – gastaram muito mais do que arrecadaram em impostos e aumentaram muito a dívida pública com relação ao PIB. Desde o ano passado, a expectativa geral do mercado internacional é que crescem as chances dos membros do PIIGS deixarem de pagar os juros e serviços de suas dívidas ou ainda não conseguirem honrar o resgate de títulos públicos. Tais expectativas aumentaram ainda mais, após a deflagração da crise na Grécia (cuja economia foi temporariamente “salva” graças a um aporte de capital da União Europeia, à renegociação de suas dívidas com seus principais credores e a um amargo e impopular pacote de corte nos gastos públicos)”, discorrem os dois professores.  
 

4- Comissão da Verdade

Com a recente manifestação do governo sobre o impedimento da apuração do caso Vladimir Herzog em razão da Lei da Anistia, o assunto da Ditadura e da Comissão da Verdade ganhou novo fôlego. “Promovida pelo governo brasileiro no intuito de investigar abusos de direitos humanos cometidos durante a ditadura militar (1964 – 1985), a Comissão da Verdade pode ser um tema de redação”, palpitam Dario Feltrin e Célio Ricardo Tasinafo.  
 

5- Novo Código Florestal

“Depois de 47 anos, o Brasil terá um novo Código Florestal, o conjunto de leis que define regras para a produção agrícola e para a preservação ambiental. O texto anterior, de 1965, sofreu uma série de remendos ao longo das décadas e há muito tempo não cumpria seus principais objetivos. De um lado, defasado e desconectado da realidade atual, limitava o desenvolvimento do setor agrário no país; de outro, por ser amplamente desrespeitado, não servia para impedir o desmatamento”, afirmam os professores.  
 

6- Monarquia Constitucional

Com o aniversário de 60 anos da Rainha Elizabeth do Reino Unido, também conhecido como jubileu de Diamante pode despertar questões históricas: “O jubileu de Diamante (60 anos) da Rainha Elizabeth II do Reino Unido pode levar à cobrança de questões sobre as diferenças entre regimes absolutistas (soberania política concentrada totalmente nas mãos do Monarca, que acumula as funções de chefe de estado e chefe de governo) e as monarquias constitucionais (o monarca é chefe de estado, mas o governo é exercido pelo primeiro – ministro e seu gabinete, definidos a partir da maioria parlamentar)”, explicam os professores da Oficina do Estudante.  
 

7- Conferências da ONU sobre meio ambiente

Com a recente conclusão da Rio+20, o Enem e os vestibulares podem pedir questões sobre as conferências anteriores sobre meio ambiente. Os professores aconselham: “o estudante deve ficar atento a perguntas sobre: conferência de Estocolmo (1972); Eco 92 (Rio de Janeiro) e Rio+10 (Johanesburgo). Além disso, protocolos internacionais sobre temas relacionados à preservação ambiental também são importantes, como por exemplo, o protocolo de Kyoto sobre a emissão dos gases relacionados ao efeito estufa (1997)”.  
 

8- Processos de nacionalização de hidrocarbonetos em países latino americanos

Desde 1998, ano em que Hugo Chávez começou um processo de estatização das empresas exploradoras de petróleo na Venezuela, o tema tem sido recorrente na América Latina. “Em 2012, o presidente Evo Morales acelerou as nacionalizações na Bolívia e o mesmo caminho foi tomado por Cristina Kichner na Argentina”, assinalam os docentes.  
 

9- Produção de energia hidrelétrica no Brasil e a usina de Belo Monte

“Tema recorrente nas provas de vestibular. A polêmica construção da Usina de Belo Monte na bacia do Rio Xingu e todos os impactos socioambientais a ela relacionados devem aparecer em vários exames”, apostam.  
 

10- Rios Voadores

Como explicam os professores, “as chuvas que ocorrem no Brasil não são provenientes apenas da umidade que vem do oceano Atlântico e se condensa no continente. Boa parte delas se origina da evaporação e da transpiração da floresta Amazônica, que formam uma quantidade enorme de vapor de água que se desloca da região Norte até o Sul do país. Esses vapores são transportados pelos ventos até a cordilheira andina, que funciona como uma barreira natural e redireciona o percurso da umidade para o Norte da Argentina, o Uruguai, o Sul e o Sudeste do Brasil”. O tema tem relevância atual porque influencia nas temperaturas e no clima de duas regiões brasileiras. A pergunta, portanto, fica: o que acontecerá com o clima destes estados com a crescente devastação das matas amazônicas? Talvez você enfrente esta questão em uma redação de vestibular ou no próprio Enem.

Saiba +

Professores rejeitam proposta do Governo e greve é mantida

Professores das universidades federais do Ceará, em greve desde 12 de junho, rejeitaram a proposta do Governo Federal, apresentada na terça-feira (24). A decisão foi tomada em assembleia entre 9h e 12h desta segunda-feira (30), no auditório do Centro de Tecnologia do campus do Pici.

Segundo o Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Estado do Ceará (Adufc), cerca de 295 professores participaram da assembleia, de forma presencial. Outros 30 professores, no Cariri, e seis, em Sobral, participaram por meio de videoconferência. Na ocasião, ficou decidido que não seria feito plebiscito, portanto a decisão da assembleia é definitiva.

Na quarta-feira (1º), a posição das universidades federais cearenses será apresentada ao Governo Federal, em reunião, entre Ministério da Educação (MEC), Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes) e Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes).

A última proposta do Governo foi de reajuste mínimo em 25% em cima dos salários atuais, com alteração máxima de 40%, para os professores titulares em regime de dedicação exclusiva. Esse reajuste, contudo, só será integralizado 2015, sendo a primeira parcela paga em 2013 e as demais em março de 2014 e de 2015.

A assembleia que estava pré-agendada para sexta-feira (3) na UFC foi cancelada. A Universidade Federal do Ceará (UFC) e a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) tem cerca de 2.500 docentes.


Fonte: Diário do Nordeste