domingo, 5 de agosto de 2012

Licenciatura, bacharelado e graduação tecnológica: qual a diferença?


Primeiro, vamos ao que elas têm em comum. Todas as três são cursos de nível superior, autorizadas pelo MEC e reconhecidas pelo mercado. Isso significa que o graduado em qualquer uma delas poderá, se desejar, continuar sua formação com cursos de pós-graduação lato sensu ou strictu sensu. Também significa que há, no mercado de trabalho, funções específicas para os profissionais formados em cada uma dessas modalidades.
Agora que você já sabe o que as três modalidades têm em comum, veja suas diferenças:
Bacharelado – Esses cursos conferem diploma de bacharel e/ou título específico da carreira (enfermeiro, por exemplo). Eles habilitam o profissional a exercer sua profissão na área que escolheu, ocupando funções relacionadas a essa área no mercado de trabalho. Muitas vezes, o bacharelado oferece variedade de habilitações, como é o caso de Comunicação Social do Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo, que habilita o futuro profissional em Jornalismo ou Publicidade e Propaganda.

Licenciatura – Os cursos de licenciatura são voltados para a formação de professores, que podem atuar no Ensino Fundamental e no Médio, em escolas das redes pública e privada. A formação se dá dentro de uma área específica (Matemática, Letras ou História, por exemplo), assim como no bacharelado. A diferença é que, além das disciplinas dessa área, o aluno de licenciatura cursa disciplinas voltadas para a formação pedagógica, ou seja, aprende a ser professor.

Graduação Tecnológica – Os cursos superiores tecnológicos se diferenciam dos bacharelados e das licenciaturas por duas razões fundamentais: menor duração e formação específica. Enquanto as outras duas modalidades de cursos superiores duram, em média, quatro anos, a média dos tecnológicos é de dois anos. Isso significa menos desgaste, investimento menor e acesso mais rápido ao mercado de trabalho. Além disso, a graduação tecnológica não tem a abrangência do bacharelado tradicional, formando profissionais para executar funções bastante específicas no mercado. Esse perfil de formação superior surgiu e ganhou força na área de informática. A aceitação dos profissionais formados pelo mercado foi tamanha que a experiência hoje se estende a diversos outros ramos do conhecimento.

Fonte: Centro Universitário São Camilo

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